23-05-2020, 01:35 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 23-05-2020, 01:44 AM por Wild.)
Importante notar que não estou dizendo aqui para ninguém agir por impulso e tomar uma decisão merda e se foder. É preciso analisar com cuidado muitas variáveis.
Eu sei que casamento é praticamente suicídio financeiro e emocional para muitos homens, é claro que o cara vê o tanto de casamento e divórcio e fica com algum receio. Eu tenho esse receio, mas como agora não tenho sequer condições boas de independência financeira, não adiantar pensar nisso, quero focar em mim. Mais pra frente terei condição de avaliar melhor. Não vivo em função de casar, pra mim tá de boa de qualquer jeito.
Mas é por isso que estamos aqui no fórum, para poder pegar alguns macetes com experiências dos outros, para aprender a nos proteger.
Uma coisa que notei é que alguns aqui tentaram impessoalizar o casamento para cagar regra, que é a decisão mais pessoal e particular que existe. Não tem regra certa pra isso. Digo mais:
1. Não é desonrado o cara ser solteirão e viver a vida assim.
2. Não é desonrado o cara casar, mesmo ele se dar mal.
3. Então o motivo todo dessa briga é nulo.
O cara pode ser um paspalho e se dar mal com espertinhas de ambos os jeitos, e esse sim é o vacilo que temos que evitar.
Hoje se a lei quiser pegar você, basta você olhar pra mulher e ela não gostar, quanto mais se aproximar maior as chances e as garantias são poucas. Mas também acho que já devem ter (algumas) mulheres se tocando que o feminazismo vai contra os interesses dela, quando não contra a natureza das próprias e as deixa em desvantagem. Tem muita trintona pra quarentona aí já chorando suas pitangas quando viu que esse negócio não da pé. Tá cheio de mulher reclamando que homem não quer relacionamento sério. Então acho que os MGTOW e os realistas (que não presenteiam as femis) somados aos outros tipos de homens que largaram a mulherada de mão, já estão se fazendo por sentir, com alguma sorte e tempo talvez a gente possa começar a puxar a balança pro nosso lado de volta e ter alguma barganha, afinal nós homens de fato conseguimos ser muito mais independentes da atenção e cuidados alheios.
Aos confrades, força e honra.
Eu sei que casamento é praticamente suicídio financeiro e emocional para muitos homens, é claro que o cara vê o tanto de casamento e divórcio e fica com algum receio. Eu tenho esse receio, mas como agora não tenho sequer condições boas de independência financeira, não adiantar pensar nisso, quero focar em mim. Mais pra frente terei condição de avaliar melhor. Não vivo em função de casar, pra mim tá de boa de qualquer jeito.
Mas é por isso que estamos aqui no fórum, para poder pegar alguns macetes com experiências dos outros, para aprender a nos proteger.
Uma coisa que notei é que alguns aqui tentaram impessoalizar o casamento para cagar regra, que é a decisão mais pessoal e particular que existe. Não tem regra certa pra isso. Digo mais:
1. Não é desonrado o cara ser solteirão e viver a vida assim.
2. Não é desonrado o cara casar, mesmo ele se dar mal.
3. Então o motivo todo dessa briga é nulo.
O cara pode ser um paspalho e se dar mal com espertinhas de ambos os jeitos, e esse sim é o vacilo que temos que evitar.
Hoje se a lei quiser pegar você, basta você olhar pra mulher e ela não gostar, quanto mais se aproximar maior as chances e as garantias são poucas. Mas também acho que já devem ter (algumas) mulheres se tocando que o feminazismo vai contra os interesses dela, quando não contra a natureza das próprias e as deixa em desvantagem. Tem muita trintona pra quarentona aí já chorando suas pitangas quando viu que esse negócio não da pé. Tá cheio de mulher reclamando que homem não quer relacionamento sério. Então acho que os MGTOW e os realistas (que não presenteiam as femis) somados aos outros tipos de homens que largaram a mulherada de mão, já estão se fazendo por sentir, com alguma sorte e tempo talvez a gente possa começar a puxar a balança pro nosso lado de volta e ter alguma barganha, afinal nós homens de fato conseguimos ser muito mais independentes da atenção e cuidados alheios.
Aos confrades, força e honra.


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