23-04-2020, 01:18 AM
Eu ia postar também que o grilo parece ter um MINDSET de tiozão bem intencionado de outra geração, como o Velho Gonçalves pareceu em outro momento.
Não me parece que "diante de uma mulherona" seja algo que deva influenciar a decisão de um homem sobre casamento. O que seria "uma mulherona"?
Parece-me algo mangina que eu sempre critiquei em alguns juvenas, não no Velho Gonçalves, mas um estereótipo (que, inclusive, os inimigos da Real adoram usar contra nós) de algum garoto mangina que fica falando e pensando em muié e se pauta nisto. Assim, o mangina, ao não encontrar uma exceção, fica falando mal das muié. Mesmo que fale verdades, está fazendo pelo motivo errado e sendo mangina. A prova de que é um mangina e nunca foi realmente um Realista é que, quando vê a sua suposta exceção (sem entrar no mérito de ser realmente uma exceção ou ser mais um joguinho), aí acha que é "uma mulherona" e muda seu ponto de vista sobre assuntos absolutamente essenciais em 180 graus. Qualquer mudança neste sentido é desproporcional e imprudente, pra dizer o mínimo.
Não existe predicado sem sujeito. O homem tem toda liberdade de querer casar ou não e pelos critérios que quiser. Mas, se for sob a óptica dos conhecimentos da Real, não deve um homem pensar: "ah, não vou casar pq não achei uma mulherona..." e de repente passar a pensar "hur dur achei minha exceção, vou casar". A não ser, é claro, que o sujeito sempre tenha tido o objetivo de se casar, sem ter o sujeito necessário, no caso, a muierona. Assim, o sujeiuto deseja apenas "se casar" desde o princípio, nunca foi do time dos solteiros.
A minha visão individual, comigo mesmo, é de permanecer solteiro. E, quanto mais "exceções" eu conheço, mais eu quero permanecer solteiro, justamente para não abrir mão de todas elas no momento atual ou futuramente, diante de muieres que nem conheci ainda e que, comigo estando em um relacionamento, já estariam eliminadas de qualquer cogitação. Basta fazer um exercício mental simples: se eu tivesse casado com a minha primeira paixãozinha, ou mesmo com a primeira após os 18 anos, quantas oportunidades e experiências já teria perdido depois? E olha que eu ainda tenho 27, imagina outros que são ainda mais velhos.
Se, algum dia, eu casar, será com um sujeito definido e o sujeito terá aparecido muito antes do predicado. A fulana é uma boa pessoa, a fulana é isso, faz aquilo, a fulana fez muitas coisas que eu admirei e, entre estas coisas, a fulana e eu nos casamos. Uma coisa boa a mais em uma lista das que duas pessoas terão feito em suas vidas. Mas pode tranquilamente ocorrer de muitas pessoas boas fazerem muitos bons predicados, sem que "se casar" seja um deles.
Não me parece que "diante de uma mulherona" seja algo que deva influenciar a decisão de um homem sobre casamento. O que seria "uma mulherona"?
Parece-me algo mangina que eu sempre critiquei em alguns juvenas, não no Velho Gonçalves, mas um estereótipo (que, inclusive, os inimigos da Real adoram usar contra nós) de algum garoto mangina que fica falando e pensando em muié e se pauta nisto. Assim, o mangina, ao não encontrar uma exceção, fica falando mal das muié. Mesmo que fale verdades, está fazendo pelo motivo errado e sendo mangina. A prova de que é um mangina e nunca foi realmente um Realista é que, quando vê a sua suposta exceção (sem entrar no mérito de ser realmente uma exceção ou ser mais um joguinho), aí acha que é "uma mulherona" e muda seu ponto de vista sobre assuntos absolutamente essenciais em 180 graus. Qualquer mudança neste sentido é desproporcional e imprudente, pra dizer o mínimo.
Não existe predicado sem sujeito. O homem tem toda liberdade de querer casar ou não e pelos critérios que quiser. Mas, se for sob a óptica dos conhecimentos da Real, não deve um homem pensar: "ah, não vou casar pq não achei uma mulherona..." e de repente passar a pensar "hur dur achei minha exceção, vou casar". A não ser, é claro, que o sujeito sempre tenha tido o objetivo de se casar, sem ter o sujeito necessário, no caso, a muierona. Assim, o sujeiuto deseja apenas "se casar" desde o princípio, nunca foi do time dos solteiros.
A minha visão individual, comigo mesmo, é de permanecer solteiro. E, quanto mais "exceções" eu conheço, mais eu quero permanecer solteiro, justamente para não abrir mão de todas elas no momento atual ou futuramente, diante de muieres que nem conheci ainda e que, comigo estando em um relacionamento, já estariam eliminadas de qualquer cogitação. Basta fazer um exercício mental simples: se eu tivesse casado com a minha primeira paixãozinha, ou mesmo com a primeira após os 18 anos, quantas oportunidades e experiências já teria perdido depois? E olha que eu ainda tenho 27, imagina outros que são ainda mais velhos.
Se, algum dia, eu casar, será com um sujeito definido e o sujeito terá aparecido muito antes do predicado. A fulana é uma boa pessoa, a fulana é isso, faz aquilo, a fulana fez muitas coisas que eu admirei e, entre estas coisas, a fulana e eu nos casamos. Uma coisa boa a mais em uma lista das que duas pessoas terão feito em suas vidas. Mas pode tranquilamente ocorrer de muitas pessoas boas fazerem muitos bons predicados, sem que "se casar" seja um deles.

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