01-04-2019, 04:58 PM
(01-04-2019, 03:12 PM)Plissken Escreveu:(01-04-2019, 12:38 PM)Berlin Escreveu: Eu confio mais no velho porém eficaz 3oitão e suas variações para reação surpresa. Explico: A força de impacto de um 38 é maior do que de algumas pistolas. As pistolas tem mais poder de perfuração, e perfuração nesse caso específico não é vantajoso. Um tiro de 38 onde pegar, derruba, pois ele não tem poder de perfuração. E como se fosse uma marretada no peito do caboclo. Ja de algumas pistola é como se fosse uma punhalada. O cara não vai cair e conseguirá disparar a dele. O único contra é a limitação da bala. Se for pra ficar trocando tiro de longe, melhor pistolas. De perto, a queima roupa, 38 reina. Ainda tem o lance de o 3oitão nunca falhar.
Na minha opinião. Pra se ter em casa, melhor as pistolas. Pra portar na rua e derrubar o safado com um tiro só. Melhor o 38.
Impacto x transfixação é relativo.
No mesmo calibre, mesma arma, munição ogival terá mais transfixação e ponta oca terá mais impacto, por exemplo.
Muitas vezes usa-se ponta oca para não atravessar o alvo e acertar onde não deve, mas pistola não tem necessariamente mais poder de transfixação (perfuração) do que revolver não. E vice-versa. Vai depender da carga de propelente, tipo de projétil, comprimento do cano...
Revólver realmente quase não dá pane, mas num revólver de 6 tiros (mais comum), se falhar uma munição (muito comum quando elas ficam muito tempo parada), perde-se quase 20% da capacidade do armamento.
Outra coisa: no famoso "bulldoguinho" (.38 com cano de 2", uma munição .38 SPL +P+ (muito comum no mercado) é desperdício, pois antes mesmo de terminar a queima do propelente, o projétil já saiu do cano.
Não adianta nada um calibre pesado numa arma que não aproveita o poder de fogo.
Isso é importante destacar! Revólver com cano de 6" não por questão estética ou psicológica (apesar de funcionar)!
O mesmo vale para os demais armamentos, não confundam. Atualmente os fuzís e submetralhadoras são mais curtos para ações em espaços confinados (CQB), não por estética, na verdade há sim uma perda, um desperdício energético da carga acionada devido à saída prematura do projétil do cano.

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